Literatura
Censura sem surra
- . 17 de abril de 2024
Caso você ainda não tenha visto, O avesso da pele, premiado com o Jabuti em 2021, foi proibido de circular em escolas e bibliotecas dos estados…
A primeira suspeita
- . 21 de março de 2024
O autor paranaense Miguel Sanches Neto escreveu um romance que coloca a mulher em lugares que ela não costuma frequentar.
Uma expedição rumo ao absurdo da vida
- . 24 de fevereiro de 2024
Você já ouviu falar da Bulgária? Conhece algum búlgaro? Será que esse país existe mesmo? Esse questionamento absurdo é o mote de “O púcaro búlgaro”.
Um atacante que pede passagem
- . 24 de janeiro de 2024
Ele foi um dos principais jogadores do Corinthians. No Brasil, também teve passagens marcantes pelo São Paulo e pelo Flamengo.
Um mergulho na História
- . 18 de dezembro de 2023
Marcelo Rubens Paiva escreve uma vida com possibilidades diferentes. E seus parágrafos se tornam uma letra de forma para outros tetraplégicos.
A morte que esconde a vida
- . 13 de novembro de 2023
Você, caro leitor, já morreu hoje? Já morreu alguma vez na vida? Já morreu em vida? Há quem diga que um gato tem sete vidas, portanto pode morrer quase uma dezena de vezes.
As asas de um Mutum de contos
- . 16 de outubro de 2023
Mutum é o livro de estreia do autor paulista Thiago Costa Franco, contista de mão cheia, que escreve batendo as asas.
Quando o spoiler não é um problema
- . 10 de setembro de 2023
Como você se sente quando alguém conta o final de um filme que você ainda não viu? E quando um amigo diz o que acontece no final de um livro que você quer muito ler, mas ainda não leu?
Headhunters, uma caça ao leitor
- . 21 de agosto de 2023
Ler um livro pode ser uma forma bacana de se divertir. Uma história bem contada pode ser o passaporte para algumas horas de lazer. Nesta edição, quero comentar sobre um escritor norueguês, mestre em histórias de entretenimento, o best-seller Jo Nesbo, autor de Headhunters.
É permitido proibir?
- . 10 de julho de 2023
Caetano Veloso canta um famoso verso de uma bela canção sua que diz: “É proibido proibir”. A proibição à proibição cria um paradoxo que tem ecos na sociedade atual, do tipo “Morte a quem mata”.