Artigos

Mulheres Obliteradas

Obliterar: fazer desaparecer gradual ou definitivamente, fazer deixar de existir, suprimir. A primeira vez que ouvi essa palavra foi em uma aula de literatura portuguesa, e ela veio acompanhada das palavras “mulheres” e “cânone literário”.

Música

As notas silenciosas de Joe Hisaishi

Trilhas sonoras de filmes geralmente entram na memória de seus espectadores por embalar momentos grandiosos e marcantes. Geralmente o clímax ou algum momento bem impressionante visualmente de um longa possui uma canção que fica marcada na mente de quem assiste.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 136 – O melhor para a humanidade

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre o repertório que construimos ao longo da vida e os valores que cristalizamos.

Escreve y Joga!

A maravilha de se sentir perdido

Uma das características mais ímpares de um videogame é sua possibilidade de imersão. Encontrar-se dentro de um universo faz parte da produção de sentido desse tipo de arte, que é uma das mais envolventes e sensoriais.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 38 – O que você tem?

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho explora os múltiplos significados do verbo ter.

Filosofia

O tempo

“Estou sem tempo.” “Tenho tempo de sobra.” Nada mais banal que essas frases ditas e ouvidas a todo momento. Ainda assim, quem consegue definir isso que lhe falta ou lhe sobra? Possivelmente, ninguém. É sobre tal situação esdrúxula — sermos incapazes de exprimir o o-que-é de algo que corriqueiramente acreditamos conhecer e de que falamos sem parar — que Santo Agostinho (354-430) nos convida a refletir.

Cine Sofá

Perdidos no Espaço: 50 anos depois

Minha infância e adolescência foram marcadas pela televisão. Estou falando dos anos 1970. A televisão foi muito importante na minha formação intelectual. Foi ela que me apresentou, por exemplo, o universo de Monteiro Lobato.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 135 – Vítimas da Acrasia

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho retoma o pensamento de Platão para falar sobre Acrasia, a ausência de ordenação e autocontrole.

Literatura

A vida, sem a morte, faz sentido?

Você acha que é justo professores, médicos, engenheiros, faxineiros, policiais ou bancários fazerem greve por melhores salários e melhores condições de trabalho? E o que você acha de a morte fazer greve? Achou estranho? Pois é, essa estranha proposta é o tema do romance As intermitências da morte, do autor português José Saramago, o único escritor em língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 37 – Indiferença e aversão

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho investiga a indiferença e a aversão e, para isso, explica o que é o “não desejo”.