Cine Sofá

Uma provisória medida que é permanente

Qual é a chance de um ator de 12 anos, negro e pobre, em Salvador, fazer sucesso no teatro? E de esse mesmo ator, aos 15 anos, ingressar no importante grupo Bando de Teatro Olodum e começar a fazer figuração em filmes no cinema brasileiro? E de ele, aos 22 anos, contracenar em um filme com uma vencedora do Oscar, a atriz espanhola Penélope Cruz? E qual é a chance de ele se tornar um premiado escritor de livros infantis?

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 153 – Guerreiros da paixão

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a importância da pessoa apaixonada para a vida em sociedade.

Música

Na pluralidade existe espaço para todos

A música muitas vezes é fruto das diferentes trocas culturais e das narrativas provenientes dessas relações. Um exemplo disso é a cantora nipo-britânica Rina Sawayama, que junta diferentes influências artísticas e pessoais para criar obras que se diferem de tudo que existe na música pop.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 55 – Experiências prazerosas

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre o desfrutar de experiências prazerosas que, muitas vezes, se escondem no cotidiano.

Filosofia

Crime e pecado

O papa Francisco não é um conservador casca-grossa nem um revolucionário diletante. Gosto de concebê-lo como uma sorte de “visionário”, no bom sentido da palavra. Sem querer deixar tudo como está, tampouco vai chutar o pau da barraca católica;

Entrevistas

Entrevista com Anderson Borges Costa

Em 18 de março, o escritor, professor e colunista da INSPIRE-C Anderson Borges Costa lançará o seu novo livro Professoras. Para saber sobre este quentíssimo

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 152 – A filosofia é o caminho

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre o impacto da escola pitagórica na história do pensamento.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 54 – Definindo trajetórias

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre os objetivos pessoais, a distância entre a ambição e o mundo real.

Artigos

Viagem pelo poético de Cecília

Como os grandes prosadores e narradores, o eu lírico se manifesta e se autointitula: é um poeta. E por isso: “[…] aqui estou, cantando”. Ele comunica, com assiduidade e beleza, uma constatação que por vezes retêm-nos a face e o espírito: para onde vou e por onde andei? Quem já fui, sou e o que serei, no mais do tempo?

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 151 – A reconciliação com o real

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho retoma o conceito de Amor Fati, de Nietzsche, para falar sobre o amor à vida como ela é.