Música

A Geografia da Música

A música nasce por meio de um conjunto de experiências tanto de quem produz quanto de quem consome. Os encontros da vida social dão luz às obras e inspiram a criação de diferentes ideias.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 170 – O Paraíso

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho apresenta os primeiros céus descritos em A Divina Comédia de Dante Alighieri.

Empresas

Se não pode derrotá-lo, junte-se a ele

Como será o mercado de trabalho daqui a 25 anos? Apesar de ser uma pergunta difícil de responder, é possível inferir alguns pontos. Um deles é a certeza de que todas as profissões terão suas atividades compartilhadas com a Inteligência Artificial (IA).

#PartiuPensar

#PartiuPensar 72 – Sem fugir das emoções

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a importância de sabermos conviver com os afetos que nos movem.

Filosofia

A senhorita Poët e a filologia

Um dos ofícios básicos do filólogo é estudar documentos antigos. Porém, mais que simplesmente estudá-los como se estivessem “dados”, trata-se em primeiro lugar de restabelecer-lhes, na medida do possível, a forma original.

Cine Sofá

Trilogia Tarantina

Quentin Tarantino criou uma trilogia de histórias que dão voz, em três ótimos filmes, a quem é frequentemente silenciado: mulheres, negros e judeus.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 169 – O Purgatório

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho retoma a reflexão sobre A Divina Comédia de Dante Alighieri, desta vez, falando sobre o purgatório.

Culture-C

A ciência é uma busca sem fim

Eu apostaria alto que há milhões de planetas semelhantes à Terra orbitando outras estrelas na nossa galáxia. Mas não apostaria se qualquer um deles abriga vida: nós não sabemos o suficiente para dizer se o surgimento da vida é comum ou incomum.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 71 – Admirando o universo

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a imensidão do universo e as reflexões que podemos acessar diante dele.

Literatura

É permitido proibir?

Caetano Veloso canta um famoso verso de uma bela canção sua que diz: “É proibido proibir”. A proibição à proibição cria um paradoxo que tem ecos na sociedade atual, do tipo “Morte a quem mata”.