Inteligência Artificial

Nos apaixonaremos pelos humanoides?

Os robôs podem operar, aprender, interagir e até simular comportamentos que interpretamos como apaixonados

Artigos

1, 2, 3, lá vou eu

Com a chegada do Natal, a busca pelo “presente perfeito” ganha força — e os brinquedos com inteligência artificial despontam como grandes atrativos da temporada

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial no divã

O humano sempre precisará de outro humano. Nenhum avanço tecnológico supera um olhar que acolhe, um sorriso que conforta, um toque que acalma

Inteligência Artificial

As novas profissões criadas pela IA

A inteligência artificial (IA) não está apenas transformando o modo como trabalhamos — ela também está criando novas profissões

Inteligência Artificial

IA: a nova face da desigualdade

A inteligência artificial (IA) é celebrada como uma das maiores promessas do século XXI. Mas, por trás do entusiasmo global, cresce uma pergunta incômoda

Inteligência Artificial

De olho na nova safra

No fim, a mensagem do Safra é simples, quase didática: é hora de plantar. E quem planta antes dos outros costuma colher antes

Empresas

O declínio do brainstorming tradicional

O “brainstorming”, exaltado por décadas como o motor da criatividade corporativa, parece hoje um ritual ultrapassado

Artigos

A falácia da evolução sem as ciências humanas

Hoje em dia, a Inteligência Artificial consegue fazer quase qualquer coisa por nós em poucos cliques ou até mesmo por comando de voz, mas será que essas funções conseguem substituir o humano na sociedade?

Artigos

IA e o domínio da linguagem

O desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) é o assunto mais comentado nos últimos meses. Para os pessimistas, esse é o primeiro passo rumo à destruição da humanidade. Já os otimistas acham que as condições de vida serão melhores.

Empresas

Até que ponto um algoritmo pode tomar decisões?

Neste ano, a empresa russa de softwares para games Xsolla demitiu 150 dos seus 450 funcionários de uma única vez. O que atraiu a atenção e gerou discussões não foi a quantidade, nem os motivos que levaram a tal procedimento, mas sim quem recomendou a decisão: um algoritmo de eficiência no trabalho que mediu a produtividade e o comprometimento das pessoas e decidiu que 150 estavam fora.