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O que se planta também se colhe

  Belchior Chaves O que se planta também se colhe, Já dizia esse ditado cheio de saber, Mas infelizmente muito estão Das boas sementes esquecer,

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Ensina-me

  Juarez F. Dias Filho Ensina-me a não te querer Como poderiam os teus olhos aos meus explicar Que no teu coração não há lugar

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Curadoria em Arte

  São Paulo é uma imensidão. Ao prezar pela nossa rotina, muito da cidade nos escapa e locais, espetáculos, livros, conversas, curiosidades e filmes podem

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Onde

  Assumo. Não estou em lugar algum há rachaduras de fronte apática, sou feita do castanho-avermelhado aveludado avô morto em algum espaço Não há lugar

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Rafael Limongelli

  vi -me te ven do pen sar. I D E I A F I X A Tra fega pes ada no C O N

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Jerônimo Bittencourt

  Lia poesia Enquanto a guerra eclodia Contemplava eclipses fora de época À espera do pão Economizando emoções Lia poesia Quase alheia ao aniquilamento eminente de

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Terça-feira

  Tons de medo, vidro meu escudo Fito seus lábios todo o tempo Tempo, vento, tanto tempo, tento, invento, penso… Quando vi já era outubro

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O ovo dos artistas

  Andei desandado o compasso do passo perdi o ritmo dos olhos Guio-me-te-guiar-se pela textura do chão desalinhado embolhado de verniz desembolando gente sem verniz

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A poesia do cotidiano

  São Paulo é uma imensidão. Ao prezar pela nossa rotina, muito da cidade nos escapa e locais, espetáculos, livros, conversas, curiosidades e filmes podem

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Priscila Pires

  Convidaram-me para ficar nesta casa e já posso ver meu futuro Vivo cada momento intensamente o vento bom da varanda o acordar com os