Filosofia
Inédita Pamonha 148 – Os movimentos de Hobbes
- . 16 de fevereiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho explica a diferença entre os movimentos voluntários e involuntários para Thomas Hobbes.
#PartiuPensar 50 – Poder e cidadania
- . 14 de fevereiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre como funcionava a democracia em Atenas, no período da Grécia Antiga.
Inédita Pamonha 147 – Concepções de divindade
- . 9 de fevereiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre Anaximandro, um pensador com ideias muito a frente de seu tempo.
#PartiuPensar 49 – Passeando pelo espaço
- . 7 de fevereiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho complementa a reflexão iniciada no IP 146, analisando a evolução do entendimento humano sobre o espaço e a disruptividade de Anaximandro.
Inédita Pamonha 146 – As ideias de Anaximandro
- . 2 de fevereiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre Anaximandro, um pensador com ideias muito a frente de seu tempo.
A razão é a melhoria do corpo
- . 1 de fevereiro de 2023
Não somos velozes, não enxergamos bem no escuro, não temos genial olfato, não voamos como aves ou como muitas espécies de insetos, somos limitados em nossa capacidade de nadar e, afinal, não somos tão ferozes como tantas outras espécies de seres vivos que habitam nosso planeta.
#PartiuPensar 48 – Os limites do prazer
- . 31 de janeiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho nos provoca a refletir sobre os limites do prazer na vida em sociedade e, também, em relação ao meio ambiente.
Inédita Pamonha 145 – Tempo e movimento
- . 26 de janeiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho retoma a reflexão sobre o tempo, passando por pensadores como Santo Agostinho e Aristóteles.
#PartiuPensar 47 – O galo e o santo
- . 24 de janeiro de 2023
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho conta uma história popular sobre um peregrino, sua devoção e os valores morais.
E se tudo for sonho?
- . 24 de janeiro de 2023
Há acontecimentos que nos parecem de tal maneira inacreditáveis e surreais, como se ultrapassando o senso de realidade, que para exprimi-los justamente costumamos recorrer ao aspecto de nossa experiência que, embora bem real, flerta com a irrealidade: a atividade onírica.