Filosofia
#PartiuPensar 42 – Pensando como Fedro
- . 20 de dezembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre Eros e porque era considerado tão importante para alguns pensadores gregos.
Inédita Pamonha 139 – Vida ativa
- . 15 de dezembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho começa a falar sobre as três formas de vida ativa apresentadas por Hannah Arendt.
#PartiuPensar 41 – Atividades da mente
- . 13 de dezembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho aborda o pensamento de Plutarco, filosofo da Grécia antiga, acerca do pensamento humano.
Inédita Pamonha 138 – A fonte da perturbação
- . 8 de dezembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho continua a refletir sobre o Estoicismo, dessa vez, falando sobre a perturbação da alma.
#PartiuPensar 40 – O que o filósofo vê
- . 6 de dezembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho continua a refletir sobre as coisas da vida, dessa vez, falando sobre a particularidade da ação.
Inédita Pamonha 137 – Pensamento positivo
- . 1 de dezembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a psicologia positiva e a compara com o pensamento de Kant e Johann Fichte.
#PartiuPensar 39 – Somos todos torcedores
- . 29 de novembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a relação entre o desejo e o ato de torcer.
Inédita Pamonha 136 – O melhor para a humanidade
- . 24 de novembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre o repertório que construimos ao longo da vida e os valores que cristalizamos.
#PartiuPensar 38 – O que você tem?
- . 22 de novembro de 2022
Neste podcast: Clóvis de Barros Filho explora os múltiplos significados do verbo ter.
O tempo
- . 21 de novembro de 2022
“Estou sem tempo.” “Tenho tempo de sobra.” Nada mais banal que essas frases ditas e ouvidas a todo momento. Ainda assim, quem consegue definir isso que lhe falta ou lhe sobra? Possivelmente, ninguém. É sobre tal situação esdrúxula — sermos incapazes de exprimir o o-que-é de algo que corriqueiramente acreditamos conhecer e de que falamos sem parar — que Santo Agostinho (354-430) nos convida a refletir.