Filosofia

O amor é a confusão de tudo

Fazemos uma grande confusão sobre o amor. Falamos do amor como quem fala de um objeto: como se fosse uma coisa só, ou como se amar fosse simples. Dissemos que amamos nossa mãe. Usamos a mesma palavra “amor” para dizer que amamos o time de futebol.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 160 – Conhecer o mundo

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre o processo de aprendizado e desenvolvimento em jovens e crianças.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 62 – A falência da política

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a disposição para o conflito, a guerra e o fracasso da política.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 159 – Círculos do inferno

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho continua a falar sobre o inferno e a punição em A Divina Comédia, de Dante Alighieri.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 61 – Objetos da nossa tolerância

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a utilização do termo “tolerância” e a sua importância para a vida em sociedade.

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 158 – A Divina Comédia

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho apresenta a primeira parte do grande clássico de Dante Alighieri.

#PartiuPensar

#PartiuPensar 60 – Sentimentos e aprendizados

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre como o processo de aprender e buscar conhecimento é afetado por aquilo que sentimos.

Filosofia

Uma vez Fla, sempre Flu – e vice-versa

Os hinos (tanto faz se nacional, militar, religioso, esportivo) geralmente servem a reconhecer e exaltar as glórias de algo (uma pátria, um deus, um time). O objeto é retratado de forma magnânima, situado acima de tudo e de todos: a minha pátria, o meu deus, o meu time são o máximo; o resto é só o resto, e talvez daí venha a razão de os hinos quase sempre silenciarem a alteridade (outras pátrias, outros deuses, outros times).

Inédita Pamonha

Inédita Pamonha 157 – Empurrando a bicicleta

Neste podcast: Clóvis de Barros Filho fala sobre a importância do outro na construção da nossa autoconfiança.

Filosofia

Querer é pensar sobre o que se pode

É preciso primeiro saber, para depois querer. Isto porque toda vontade envolve, necessáriamente, um mecanismo racional. A vontade depende de um eu consciente — o que significa que é uma escolha que passa pelo crivo do pensamento.