Podcasts
#PartiuPensar 194 – Olhar de Platão
- . 9 de dezembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a quarta fonte a respeito de Sócrates: Platão, que utilizou seus diálogos para desenvolver e aprofundar os pensamentos de seu mestre.
Inédita Pamonha 294 – O perdão e o acolhimento
- . 4 de dezembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros encerra a análise da parábola do Filho Pródigo com a interpretação de Santo Agostinho sobre o ato de perdoar.
#PartiuPensar 193 – Olhar de Xenofante
- . 2 de dezembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a terceira fonte a respeito de Sócrates: Xenofonte, que foi militar, historiador e filósofo ateniense.
Inédita Pamonha 293 – Amar o suficiente
- . 27 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros começa a explorar a interpretação de Santo Agostinho sobre a Parábola do Filho Pródigo.
#PartiuPensar 192 – As Nuvens
- . 25 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a peça de Aristófanes que satiriza a educação sofística de Atenas e critica o pensamento intelectual da época, especialmente a figura de Sócrates.
Inédita Pamonha 292 – Um pai e dois povos
- . 20 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros amplia o significado da parábola do Filho Pródigo ao refletir sobre a interpretação de São Jerônimo e sobre a relação entre o divino e o humano.
#PartiuPensar 191 – A rebeldia de Sócrates
- . 18 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a influência de Sócrates no pensamento dos jovens de sua época e sobre as consequências de seus questionamentos.
Inédita Pamonha 291 – O Filho Pródigo
- . 13 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros apresenta a parábola do Filho Pródigo para falar sobre amor e perdão.
#PartiuPensar 190 – Trabalho maiêutico
- . 11 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre os diálogos de Platão e o equilíbrio entre o desconforto e a confiança que eles proporcionam.
Inédita Pamonha 290 – Para além dos compromissos
- . 6 de novembro de 2025
Neste podcast: Clóvis de Barros conclui a análise da parábola do bom samaritano destacando as virtudes de quem se dispõe a ajudar.